Devocional Diário

Citações

"Deus não escolhe covardes destituídos de firmeza para pôr sua glória no rosto deles. Temos muitos homens feitos de açúcar, nos nossos dias, que se desfazem na corrente da opinião popular; mas esses homens nunca subirão ao monte do Senhor, nem permanecerão em seu santo lugar, nem usarão os símbolos de sua glória". Charles H. Spurgeon

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Uma vez o Irmão Lawrence foi questionado por um de seus companheiros, um homem a quem ele foi obrigado a responder sobre o que significava ter conseguido esse hábito da percepção de Deus. Ele respondeu ao seu superior que desde a sua chegada ao mosteiro, considerava Deus como o objetivo de todos os seus pensamentos e desejos e como um marco onde ele finalizava.
No começo do seu noviciado, passava as horas reservadas às orações pensando em Deus.
Seu propósito era convencer a sua mente e imprimir no seu coração a existência divina. Isso foi feito através de sentimentos de devoção e de submissão à fé, sem premeditação ou meditações elaboradas. Com esse método rápido e certo, logo ele ficou apto a exercitar-se no amor e no conhecimento de Deus. Resolveu utilizar seus esforços interiores para viver sempre percebendo a presença do Senhor e, se possível jamais esquecendo Dele. Depois que ele preencheu sua mente através das orações com sentimentos grandiosos do Senhor, começou a trabalhar na cozinha (ele era cozinheiro). Lá, primeiramente, ele organizou o seu trabalho com cuidado, quando e onde as coisas deveriam ser feitas. Depois, passava todos os intervalos do seu tempo que tinha antes e depois do trabalho, orando.
Quando ele começava as suas tarefas dizia para Deus: “Oh, meu Deus, desde que Vós estais comigo e que sei que obedeço as Vossas ordens, fazei com que a minha mente execute com capricho essas coisas externas, mas Vos peço a graça de continuar na Vossa presença. Para finalizar, peço-Vos que eu seja próspero da Vossa assistência. Todos os meus trabalhos são Vossos assim como toda a minha afeição”. Ele continuava no seu trabalho diário, conversando familiarmente com seu Mestre, implorando por Sua graça e oferecendo a Ele todos os seus atos. Quando o Irmão Lawrence terminava seus exercícios, avaliava o seu próprio desempenho. Se ele achasse que havia cumprido tudo de maneira correta, agradecia a Deus; se achasse que não, pedia perdão e sem se desencorajar fazia com que sua mente se colocasse de novo no caminho certo. Jamais deixou de praticar. Ele comentava: “Assim, levantando-me depois de meus erros, e renovando com freqüência meus atos de fé e de amor, cheguei a um estado onde será difícil para eu não pensar em Deus, assim como no início foi difícil habituar-me a pensar Nele”.
Como para ele foi fácil e vantajoso caminhar sempre na presença de Deus, era natural que recomendasse a todos para fazer o mesmo. Seu exemplo foi um incentivo mais forte do que qualquer argumento que ele possa ter proposto. Seu semblante era edificante e deixava transparecer uma devoção calma e doce. Foi observado que mesmo no meio da correria de suas atividades na cozinha, ele preservava em sua lembrança as coisas celestiais. Ele não era apressado, nem preguiçoso. Fazia cada coisa a seu tempo, sempre com uma postura tranquila de espírito. “O horário de trabalho para mim“, dizia ele, “não tem diferença da hora de orar. No meio do barulho da minha cozinha, enquanto várias pessoas ao mesmo tempo pedem coisas diferentes, estou com Deus, dentro de uma grande tranqüilidade, como se eu estivesse ajoelhado diante Dele”.
Trecho do Livro "Praticando a Presença de Deus"

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Você não pode, embora talvez pense poder, controlar o pecado. Cometê-lo é como provocar o derretimento da parte inferior da geleira nos Alpes; outras seguirão, cada qual em seu devido tempo. Pequenos pecados são como pequenos ladrões; abrem as portas para os maiores. Um pedra solta aqui, um caibro mal colocado ali, uma viga de madeira apodrecida em outro lugar, isso logo causará a ruína de um prédio; porém, a mão da diligência, mantém a estrutura inteira. Assim devemos cuidar de nossa casa espiritual, a fim de que não desmorone pouco a pouco. Tão certo como uma dose de veneno irá matar o corpo, a indulgência para o pecado destruirá a alma. by Charles Haddon Spurgeon

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O veredito de cada santo e do exército inteiro dos eleitos, considerados como um corpo, segue sendo esse: ‘Ele é totalmente desejável’. Em meio dos suspiros e dos cânticos que se mesclam nos leitos de agonia dos santos, ouço essa nota que se eleva suprema entre todas as demais: ‘Ele é totalmente desejável’; em meio dos limpos cânticos dos gemidos que ressoam ao serem entoados perpetuamente pelas línguas imortais diante da presença do Altíssimo, ouço esse grave solitário: ‘Ele é totalmente desejável’. Se a Igreja inteira desejasse falar com o apóstolo: ‘Agora, o ponto principal do que viemos dizendo é…’, não necessitaria esperar ouvir um resumo conciso e exaustivo, pois já está exposto diante dela com essa frase de ouro: ‘Ele é totalmente desejável’.” by Charles Haddon Spurgeon

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Em nossa vida, Deus nunca será surpreendido. A despeito do possível caos, das inúmeras derrotas, do vazio no coração, da falta de fé, da ausência de respostas, Deus nunca foi nem jamais será surpreendido pelo que possa nos roubar a expectativa de um dia voltarmos a ser felizes. Ele detém o direito autoral de escrever cada capítulo da nossa existência. É soberano e tem o domínio da nossa história, mesmo quando se cala.
Mas Deus não somente se cala. Ele também fala. Por isso, perante qualquer obstáculo, devemos crer que o Deus dos impossíveis pode fazer o impossível acontecer.
Mesmo quando o sofrimento vem, Deus permanece no controle de tudo e, portanto, no controle do nosso sofrimento. Olhar além da vida é olhar para o projeto maior na mente do Senhor, é reconhecer que Deus é maior que o homem, que a sua glória importa mais do que a nossa. Como diz o cântico, não cremos na dor sem Deus. by Ronaldo Lidório

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O elemento principal com o qual Jesus nos avalia é bem menos visível, menos contábil e certamente menos observado por aqueles que nos cercam pois Ele nos vê no íntimo, sem máscaras, manipulações ou enganos. A Palavra usa expressões como “coração puro”, “de todo o teu coração”, “integridade do coração”, e “santidade ao Senhor” para nos fazer entender que somos mais avaliados por Cristo pelas coisas do coração e não pela nossa roupagem.Entenda claramente algo: Jesus conhece o secreto da sua vida. Ele certamente não se impressiona pelas grandes construções que levantou, realizações aplaudidas por multidões ou teses defendidas debaixo dos holofotes. O Carpinteiro olha direto para o seu coração e vasculha a sua alma. E é justamente neste campo que você será encontrado fiel, ou não. by Ronaldo Lidório

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SOBRE LOUVOR E ADORAÇÃO:
As palavras para louvor vêm do hebraico hãlal, que significa fazer ruído, yãdhâ que está associada às ações e gestos corporais que acompanham o louvor e, zãmar, que é associada à música tocada e cantada. No Novo Testamento a palavra grega eucharistein que significa agradecer é mais utilizada que a palavra eulogein bendizer.
Facilmente se percebe que a louvor está muito associado a oferta, aquilo que entregamos a Deus.
Se cantamos, tocamos, dançamos, aplaudimos, estamos louvando. A Bíblia diz que toda a natureza louva a Deus. Pois demonstra o Seu poder, criatividade, soberania.
Já a palavra hebraica para adoração é abhôdhâ e o grego latreia, ambos significam servir com temor reverente, admiração e respeito.
A verdadeira adoração restaura o caráter do adorador, pois é para isso que fomos criados, para servir ao Deus verdadeiro ao qual fomos criados imagem e semelhança.
Adorar a Deus é serví-lo com devoção, admiração, zelo, enfim é a intenção e a motivação, com que a oferta é feita.
Face a tudo isto é perfeitamente possível que eu esteja louvando a Deus sem adorá-lo.
O Pai procura verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade (Jo 4:23).
Fonte: Bibliaonline comentada


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Confie no tempo de Deus!
Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias... SALMOS 31.14-15
A confiança requer que você coloque sua agenda nas mãos de Deus, crendo que o tempo dele é perfeito para todas as coisas em sua vida. Sua natureza humana quer que as boas coisas aconteçam imediatamente, não mais tarde. Mas você aprende a crer e a esperar que as coisas aconteçam no tempo perfeito de Deus à medida que amadurece na vida cristã. Confiar em Deus freqüentemente significa não saber como Ele irá realizar algo e quando Ele o fará. Mas não saber “como e quando” fortalece sua fé e lhe ensina lições de confiança. Lembre-se: a confiança não é herdada, é aprendida. O tempo desempenha um papel importante para aprender a confiar em Deus. À medida que você experimentar a fidelidade do Senhor, vez após vez, desistirá de confiar em si mesmo e colocará sua vida nas mãos habilidosas de Deus. Esse é um lugar maravilhoso para estar! by Joyce Meyer


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Despedaçou ele os relâmpagos do arco, o escudo, a espada e a batalha. [Salmos 76.3]
O clamor de nosso bendito Redentor — "Está consumado" — foi o golpe mortal em todos os adversários de seu povo. Esse clamor significou a destruição dos "relâmpagos do arco, o escudo, a espada e a batalha". O herói do Gólgota utilizou sua cruz como uma bigorna e seus clamores, como um martelo.
Ele despedaçou um fardo após outro de nossos pecados, aquelas flechas envenenadas. Ele pisoteou cada acusação, destruindo-as completamente. As flecha diabólicas foram reduzidas a fragmentos, e os escudos infernais foram quebrados como vasos de oleiro! Jesus retirou da bainha feita no inferno a terrível espada de poder satânico e a quebrou entre os seus joelhos, assim como um homem quebra galhos secos.
A punição de nossos pecados foi suportada por Cristo. Uma completa expiação foi realizada em favor de todos os nossos pecados, por intermédio de nosso bendito Substituto. Quem nos pode acusar? Quem nos pode condenar? "Quem os condenará? E Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós" (Romanos 8.34).
Jesus esvaziou as aljavas do inferno, apagou todo dardo inflamado e despedaçou a ponta de cada flecha de ira. O chão está coberto com os estilhaços das armas da batalha infernal, que estão visíveis para nós apenas a fim de nos lembrarem o perigo em que vivíamos e o nosso grande livramento. "O pecado não terá domínio sobre vós" (Romanos 6.14). O Senhor Jesus acabou com o pecado e o removeu para sempre. As destruições do inimigo chegaram ao fim.
by Charles Haddon Spurgeon